terça-feira, 17 de agosto de 2010



"Amamentar é um ato de amor...
Amamentar é educar para vida."
Eu e meu filho em um momento mais que especial!
Line e Bruno Gabriel


Meu amor, minha vida, minha razão de viver!
Bruno Gabriel 3 Meses...


Meu Filho
Puro amor de minha alma, Estrela linda e brilhante De rostinho fascinante Razão desse meu viver Orgulho, carinho...bem querer.
Es toda a felicidade Na minha vida, meu filho Razão de todo amor Iluminando meus dias. Que Deus te abençoe pra sempre Um anjo em forma de gente, Eu te amarei para sempre.
Suave riso inocente, Infinita admiração; Luz divina e reluzente Voce meu filho querido Amor... pulsar do meu coração.


Meu Filho Meu Tesouro

Um tesouro que Deus me deu.Que me dá forças para seguir.Cada sorriso seu,É a paz que gosto de sentir.Sua presença ao meu redor,Faz-me ver o seu valor.Minha luz maior,Meu fruto, meu filho, meu amor.Seu olhar é minha luz,Seu sorriso, o bálsamo que me conforta.Sua vida, a minha vida conduz.Nossa felicidade é o que importa.Cada dia, meu amor aumenta mais,Quero estar sempre ao seu lado.Sonhar com o futuro,Viver o presente,E.l.. Recordar o passado.

O amor da minha vida!!!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010



SER MÃE

A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido
por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na
coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo, espaços
entre o volume da barriga e o resto da cama.

Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da
barriga; o instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a
boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.

Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se
angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome,
desejo de colo?

É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração
partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do
pequerrucho.

Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É leva-lo para a
escola e segurar suas mãos na hora da vacina.

Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características
únicas, é observar suas descobertas. Sentir sua mãozinha procurando a proteção
da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.

É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampara-los nas pequenas
derrotas. É ouvir as confidências.

Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: "e se tivesse sido
meu filho?"

E quando vir fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do
que ver um filho morrer de fome.

Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco,
cuidadosamente, no bebê ou ao observa-lo sentado no chão, brincando com o filho.
É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe
consideraria muito pouco românticas.

É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus
primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos,
juntando as letras numa frase.

Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhada gostosa, ao ver o filho
acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.

Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais
elegante, um grito aflito de "mamãe" a faz derrubar o suflê ou o cristal mais
fino, sem a menor hesitação.

Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. Que se
deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver
mais - não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os
dela.

É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer
de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.

É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave
na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.

Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o
filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.

Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa
dimensão diferente de doçura e entendimento.

É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os
traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um
espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.

***

A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a
descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere
ao coração da mulher que se transforma em mãe.

E toda mulher que se permite ser mãe, descobre que ter um
filho que é o melhor presente que Deus lhe deu!




Feliz em ser Mãe!

Quando um bebê decide vir ao mundo, nasce com ele uma mamãe.

Uma mãe é mãe desde o primeiro instante. Mesmo quando a vida ainda é um minúsculo ser implantado no ventre, a gente já é mãe do coração. Todo nosso pensamento, todo nosso cuidado se volta para esse serzinho que, tão minúsculo, já provoca emoções tão grandes.

A simples descoberta já nos traz um turbilhão de emoções inexplicáveis. A vida nunca mais vai ser a mesma. E nos perguntamos: "será que vou ser uma boa mãe?" "Será que vou saber cuidar do meu bebê?"

Mas uma mãe não nasce mãe e não aprende a ser em escolas. Uma mãe é e isso basta. Mãe sente, mãe adivinha, mãe aprende sofrendo, mãe sofre aprendendo.

Benditas são as mulheres! Se elas suportam uma das maiores dores, sentem sem dúvida a maior das felicidades. Uma mulher grávida é sempre algo sublime, ela tem algo de anjo e santo, uma aura invisível que reflete e ilumina seu rosto. Ela carrega nela a vida, um pedacinho dela mesma que vai um dia ter vida própria e isso é maravilhoso e assustador ao mesmo tempo.

Deve ser por isso que nos tornamos tão emotivas e choramos tão facilmente. Deve ser essa a razão de querermos estar satisfeitas em todos os nossos desejos.

Que a gravidez não é uma doença é verdade. Mas que não digam que é normal e que a pessoa pode viver normalmente, pois isso não é verdade. Todo o equilíbrio físico, psicológico e emocional fica balançado. Há ainda hoje civilizações onde as mulheres grávidas são tratadas como seres especiais e divinos.

Mãe que está descobrindo as alegrias da maternidade agora, deixa eu te dizer uma coisa: se você tem medo de não saber o suficiente para ensinar ao seu bebê os caminhos da vida, saiba que é com ele que você vai aprender a trilhar muitos desses caminhos. Viva a sua gravidez em todos os seus instantes e não se preocupe se está fazendo ou se fará as coisas certas ou erradas. Seu coração vai te ditar, confie nele! Aproveite ao máximo cada segundo, pois cada momento é único e esse privilégio não é dado a todos. Fale com seu bebê, faça carinho nele, sorria pra ele; viva o mais serenamente possível. Acredite: esses momentos são preciosos!...

E, sobretudo, você é uma pessoa agraciada! Deus os escolheu, para que fizessem parte um do outro. Ele saberá, certamente, conduzi-los nesse maravilhoso caminho.

Faça como eu, agradeça a Deus a cada momento por essa grande felicidade de ser mãe e assim poder carregar dentro de nós uma preciosidade, o verdadeiro amor das nossas vidas!

 
©2007 '' Por Elke di Barros